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quinta-feira, 2 de abril de 2009

Edifício dos CTT

Edifício onde estão Instalados os CTT e PT



Sito na Rua da Misericórdia, próximo da nossa Igreja, foi-nos doado pela benemérita família Pais Azevedo em 1973. É um edifício onde foram Instalados, há dezenas de anos, os serviços dos CTT e, mais recentemente a PT no piso Inferior. É um imóvel de dois pisos e mais um intermédio, pequeno, que serve actualmente de moradia.




Lar de São José

Lar de S.José


Sem dúvida alguma, o maior prédio urbano que a Instituição possui, construído a expensas do Estado, com a finalidade de nele instalar as valências de Internamento de Idosos e Centro de Dia, foi inaugurado em 29 de Setembro de 1986 pelo Primeiro Ministro da altura, Dr.Cavaco Silva. Trata-se de um complexo com dois corpos, paralelos, idênticos, que se aglutinam numa fachada única, na sua parte frontal. Ao longo dos anos têm sido adaptadas algumas das suas partes iniciais, para permitir o aumento da sua capacidade. Nos espaços físicos anexos, têm sido construídos outros edifícios, como os que se destinaram ao Serviço de Medicina Física e Reabilitação; Instalação de Armazém, Arquivo, Farmácia, Secretaria e Sala de Reuniões, tendo já sido construído um novo bloco para onde foram transferidos o Armazém, a Secretaria e o Salão/Auditório.


Nos espaços físicos anexos, têm sido construídos outros edifícios, como os que se destinaram ao Serviço de Medicina Física e Reabilitação; Instalação de Armazém, Arquivo, Farmácia, Secretaria e Sala de Reuniões, tendo já sido construído um novo bloco para onde foram transferidos o Armazém, a Secretaria e o Salão/Auditório.

Jardim de Infância

Edifício da Creche, Jardim e ATL



Prédio Urbano pré - fabricado ligeiro, implantado em 1980 para nele funcionar o sector da 1ª Infância " Creche e Jardim Infantil " o que se veio a verificar em 15 de Julho de 1981, denominado Jardim de Infância Nossa Senhora da Conceição.



Foram construídos em 1993 três blocos/salas em alvenaria anexos, onde funciona actualmente o ATL.


Iniciámos em Março de 2005 as obras de substituíção- demolição do pré fabricado, onde foi implantado um amplo e moderno edifício em alvenaria, inaugurado em 06 de Setembro de 2008, com os custos a serem totalmente suportados pela Instituição e a ascenderem a mais de 500.000 Euros .





Hospital

"O Novo Hospital"

Edifício bem estruturado e amplo para a época, nasceu depois de vários esforços do provedor dos anos 50/70, que conseguiu dotações estatais que, juntamente com a sua ajuda pessoal e de outros Montargilenses (poucos) , concretizou-se no que hoje se pode ver: Um complexo de dois corpos interligados em mais um bloco adjacente. Neste complexo passou a funcionar o Hospital da Misericórdia de Montargil, a partir do final de 1960, tendo sido desactivado o primitivo Hospital que funcionava nos anexos da Igreja da Misericórdia. Mais tarde foi enriquecido com mais um anexo, com a intenção de se instalar um serviço de Radiologia que, infelizmente nunca chegou a funcionar.

Este edifício funcionou sob a responsabilidade da Misericórdia até finais de 1976, altura em que foi estatizado, tendo perdido, entretanto, a valência de internamento em 1999. Presentemente, neste edifício, encontra-se a funcionar o Centro de Saúde local, sem internamento. O SAP funcionana de momento só em alguns dias da semana.





quarta-feira, 1 de abril de 2009

Igreja da Misericórdia

O primeiro património físico da Instituição
O Primeiro prédio urbano foi precisamente a sua Igreja-Sede cuja construção se iniciou no início do ano de 1578 e se arrastou por mais de 10 anos.



Esta Igreja-Sede consistia apenas no corpo da Igreja com um anexo no lado direito, ao longo do corpo referido, que era constítuido pela Sacristia, adjacente à zona do Altar e pelo Consistório, que ocupava o espaço entre a Sacristia e a rua, sua entrada normal. Só em 1793 se iníciou a construção do anexo esquerdo, para instalar aí o 1º Hospital, que veio a ser ampliado com um piso superior, em 1842, ficando o mesmo apto para internar Homens e Mulheres. O piso superior do anexo esquerdo surgiu em 1877, dando origem ao consultório médico, tendo-se mais tarde ligado este ao anexo esquerdo, com passagem pelo coro da Igreja. Esta "idéia" veio dar origem á interrupção do culto, que só foi restabelecido em 1993 aquando da restauração da Igreja.





O anexo esquerdo foi adaptado para casa mortuária e sala de autópsias, no rés-do-chão, e um gabinete administrativo e WC no 1º piso; quanto ao anexo direito, foi transformado em sala de espera e WC, no rés-do-chão, respeitando a já existente sacristia, e um consultório no 1º piso.


Património

Património Actual

Actualmente, o nosso património compõe-se de algumas pequenas courelas que escaparam às leis de Desamortização e outras adquiridas por doação, assim como de alguns prédios urbanos:




Outro Património

terça-feira, 31 de março de 2009

Provedores

O responsável máximo da Instituição

Uma das condições "sine quoi non" para a criação de qualquer Confraria da Santa Casa Misericórdia era a existência de uma Mesa, encabeçada pela figura do provedor, responsável máximo pelos destinos da Instituição. Deveria ser um homem fidalgo, de autoridade, prudência, virtude, reputação e idade, de maneira que os outros irmãos o possam reconhecer por cabeça e o obedeçam com mais facilidade e ainda que, por todas as sobreditas partes o mereça, não poderia ser eleito com menos de quarenta anos. Seria uma pessoa desocupada para que se possa empregar nas ocupações de seu cargo com a frequência e cuidado necessário e, para que tenha notícia conveniente, não seria eleito em Provedor nenhum Irmão no primeiro ano em que for recebido na Irmandade.
Antes de ser criado o órgão Dirigente "Assembleia Geral", era o Provedor que, em reunião mais alargada da Irmandade, tomava as decisões mais importantes, com o consenso obtido naquelas reuniões, conforme acontece hoje com o Presidente da Assembleia Geral.
O que nos propomos escrever, nestas breves linhas, será tão somente enumerar, a título de homenagem e gratidão, os nomes daqueles que, ao longo da história desta multissecular Instituição, devotaram muito do seu tempo, tenacidade e carinho, no sentido de enriquecerem, para além do seu indispensável património, através das virtudes que a distinguissem na senda do Bem Fazer, materializadas nas práticas das Obras de Misericórdia que estas Instituições se propunham executar e que ainda hoje são a razão da sua existência!
Por que nos livros antigos que chegaram até nós, nem sempre os textos se apresentavam legíveis, de fácil interpretação e devidamente assinados, não foi possível realizar este trabalho tão exactamente como desejávamos. Em especial, durante os anos do final do Séc.XVI até ao ano de 1641/42, não pesquisámos os nomes dos provedores desse lapso de tempo.
Incluímos os nomes por décadas. Quando, num destes lapsos de tempo, o número dos nomes dos Provedores não for igual a dez, é porque algum daqueles serviu a Instituição mais do que um ano. Noutros tempos, o mandato dos Provedores era de apenas um ano. Só a partir de 1920 o mandato das Mesas foi estabelecido por triénios.

( O * significa que os provedores exerceram mais do que um mandato, naquela década;por que o início e o fim de cada mandato não se verifica no início do ano civil, aparecem por vezes, 11 nomes em cada década, podendo ainda aparecer mais, em virtude de alguns provedores terem renunciado a cumprir o tempo legal do seu mandato, originando a sua substituição)

De 1577 a 1587
Sebastião Dias
Rodrigo Afonso Domingos
Frei António de Moura*
Francisco Pedro Fernandes*
Domingos Pires Dordio
Luís de Moura*
Baltazar Vaz
Gaspar Dias Cansado

De 1588 a 1598
Simão Vaz
Baltazar Rodrigues
António Afonso
Domingos Pires Dordio
Manuel Dias Dourado*
António Afonso

De 1599 a 1609
Manuel Dias Dourado*

De 1610 a 1620
Desconhecem-se os nomes nesta década

De 1621 a 1631
Luís de Moura*
Tomé Vaz

De 1632 a 1642
Tomé Vaz

De 1643 a 1653
Pedro Fortio
João Dias Francisco
Jacinto Nunes
Luís Aleixo
Afonso Vaz Freire
Frei Bento Raposo
Frei Cristóvão de Siqueira
João Rodrigues
António Camelo
Luís Pires Godinho
Diogo Fortio

De 1654 a 1664
Diogo Fortio*
João Rodrigues
João Dias Francisco Rebelo
Pedro Serrão*
Manuel Dias Dourado
Frei António Jorge
Cristóvão Dias*
Luís Pires Godinho

De 1665 a 1675
António Soeiro*
Diogo Fortio
Pde Manuel Matos e Almeida
António Rodrigues
Manuel Nunes
Miguel Nunes
António Bernardes
Manuel Fortio

De 1676 a 1686
António Nunes
Sebastião Dias Dourado
João Nunes
Bernardo Dias Francisco
Manuel Fortio
Diogo Fortio*
Frei Manuel Luís P.da Silveira
Luís de Moura

De 1687 a 1697
Francisco Rebelo
Francisco Fernandes Casqueiro
Domingos Alves*
Simão Bernardes
Luís Pires Godinho
João de Oliveira

De 1698 a 1708
Francisco Vaz
António Galvão
Luís Pires Godinho
Frei Manuel de Brito
Pedro Velho da Silva
Baltazar Rodrigues Antas
João Rebelo Madeira
Simão Bernardes
António Rodrigues
Domingos Nunes
Manuel Luís

De 1709 a 1719
Manuel Aleixo
Diogo Nunes da Silveira
António Alves Pratas
Frei Joseph da Silva
André Fernandes da Silveira
Simão Bernardes
Baltazar Rodrigues Antas
António Bernardes
João de Oliveira
Joseph Soeiro Magro
João Dias Dourado

De 1720 a 1730
António Rodrigues
Gregório Soeiro
António Bernardes*
Manuel Nunes*
Frei Lourenço Vaz da Costa
Luís Pires Godinho
Frei Alexandre Nunes Barata
João Nunes Lucas
Joseph Soeiro Magro
Manuel Pires Gião

De 1731 a 1741
António Bernardes*
Manuel Vaz da Costa
Luís Pires Godinho
Manuel Soares Freire
Manuel Nunes
Cipriano Galvão
Joseph Leal
Joseph Cario Marques

De 1742 a 1752
Theotónio de Oliveira Ignácio*
Paulo José Bernardes
Padre António Soeiro de Oliveira
Joseph Pereira
Frei Manuel Pires Gião
Miguel de Oliveira Guimarães*

De 1753 a 1763
Padre António Soeiro de Oliveira
Paulo José Bernardes
Theotónio de Oliveira Ignácio
António Soeiro Magro
António Martins Madeira*
João Nunes Lucas
José Cario Marques

De 1764 a 1774
Baltazar Inácio Velho*
José Cario Marques*
Paulo José Bernardes*
Padre António da Graça e Sousa
Manuel Cardoso de Oliveira
Manuel Alves Matono

De 1775 a 1785
José Cario Marques
João Evangelista Barata
Padre António da Graça e Sousa
António José Bernardes
Manuel Cardoso de Oliveira*
Paulo Bernardes*
Frei João Pedro Bernardes
José Soeiro Magro

De 1786 a 1796
José Soeiro Magro*
Baltazar Inácio Velho*
João Teles Franco*

De 1797 a 1807
João Teles Franco*
Miguel Carlos da Silveira Bernardes*
José Soeiro Magro

De 1808 a 1818
José Soeiro Magro
Miguel Carlos da Silveira Bernardes*
Prates*
José Manuel da Silveira*

De 1819 a 1829
Miguel Carlos da Silveira Bernardes*
José Manuel da Silveira*
José Ferro
João Maria de Castro*

De 1830 a 1840
João Maria de Castro
António Vieira Amaral Jordão*
Estanislau Prates da Rosa

De 1841 a 1851
João Maria de Castro*
Miguel Castro Martins*
José Ramos Júnior
Joaquim Manuel Courinha*
Francisco Castro Martins
Francisco Courinha
José Leitão

De 1852 a 1862
José Ramos Sénior*
João Maria de Castro*
João Maria Júnior*

De 1863 a 1873
João Maria de Castro*
Cândido Leitão*

De 1874 a 1884
José dos Santos Ala
Miguel Castro Martins*
Cândido Leitão*
Ildefonso Jesus Teles
João Maria de Castro*

De 1885 a 1895
João Maria de Castro*
António Jordão Ferreira*

De 1896 a 1906
António Jordão Ferreira*

De 1907 a 1917
António Jordão Ferreira
Vicente Pires Rovisco Prates*
José Máximo Prates*
Manuel Godinho Prates

De 1918 a 1928
Manuel Godinho Prates
Vicente Pires Rovisco Prates*
Manuel Augusto Courinha

De 1929 a 1939
Joaquim Lourenço Falcão da Luz*
José Júlio Lopes Martins
João Jordão

De 1940 a 1950
João Jordão*

De 1951 a 1961
João Jordão
Padre Luís Nascimento Silveira*
Hermenegildo Nogueira Jordão*
Rui Jordão Falcão da Luz
António Godinho Prates de Carvalho
Manuel Falcão de Sousa

De 1962 a 1972
Manuel Falcão de Sousa*

De 1973 a 1983
Manuel Falcão de Sousa*
Joaquim António Teles*

De 1984 a 1994
Joaquim António Teles*

De 1995 a 2005
Joaquim António Teles*

De 2005 a 2015
Joaquim António Teles
David Marques Godinho
Maria José Freitas Nogueira França Ferreira